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Economia

Carlos Da Costa defende incentivos às indústrias para manterem a produção

Covid-19

Secretário especial segue ouvindo o setor produtivo e buscando soluções para que bens essenciais cheguem à população
por publicado: 27/03/2020 17h04 última modificação: 27/03/2020 17h04

Dando continuidade ao diálogo com o setor produtivo, o secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos Da Costa, participou na quinta-feira (26/3) de várias reuniões, por videoconferência, para receber os pleitos do setor no enfrentamento ao Covid-19.

“Estamos mantendo contato intenso com setor privado e organizando as várias sugestões que recebemos para garantir que os bens essenciais sejam produzidos e cheguem à população”, afirmou o secretário. “Precisamos seguir com responsabilidade e consciência para, juntos, superarmos mais esse desafio. O Brasil não pode parar”, enfatizou.

Em reunião com Taiza Krueder, ceo (diretora executiva) da YPO Global e outros membros da empresa, Carlos Da Costa destacou o trabalho da Secretária Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia (Sepec/ME) para aumentar a produção de ventiladores pulmonares, a quantidade de testes para serem realizados no menor tempo possível e a produção de álcool em gel e máscaras no nosso país.

Durante conversa com o titular do comitê da Cadeia Produtiva da Saúde e Biotecnologia da Federação das Indústrias de São Paulo (ComSaude/FIES), Ruy Baumer, o secretário reforçou a necessidade garantir o fornecimento de insumos necessários aos hospitais, como alimentação, itens de descontaminação e roupas, entre outros.

Da Costa também recebeu pleitos da indústria de vidro, que é parte da cadeia fundamental de produtos essenciais, como frascos de remédios, vidros de hospitais, entre outros que, segundo ele, estão no radar da Sepec/ME para que continuem sendo produzidos.

Ainda em conversa por videoconferência, com o presidente executivo da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brassscom), Sérgio Paulo Gallindo, e lideranças do setor produtivo, Carlos Da Costa afirmou que está estudando uma série de medidas para que o impacto da pandemia sobre a produção seja o menor possível.