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Economia

Acordo de cooperação entre Ministério da Economia e Senai irá promover qualificação profissional

PARCERIA

O presidente da República, Jair Bolsonaro, e o ministro da Economia, Paulo Guedes, participaram da assinatura
por publicado: 11/12/2019 20h12 última modificação: 11/12/2019 20h19

11/12/2019 - Encontro com a Liderança da Indústria Brasileira

Com a presença do presidente da República, Jair Bolsonaro, e dos ministros da Economia, Paulo Guedes, e da Cidadania, Osmar Terra, o secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia (Sepec/ME), Carlos Da Costa, e o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga, assinaram hoje um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) com o objetivo de fomentar ações para melhorar a qualificação profissional no Brasil.

O acordo prevê que serão ofertadas vagas para requalificação de empregados da indústria e para qualificação profissional de pessoas que estão fora do mercado de trabalho. A previsão é de que sejam atendidas mais de 65 mil empresas até 2022. A assinatura foi realizada durante evento promovido pela CNI em Brasília, do qual participaram mais de 500 empresários e líderes da indústria de todas as regiões brasileiras. “Hoje assinamos o acordo de cooperação técnica entre o Ministério da Economia e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) com a finalidade de fomentar ações voltadas ao atendimento gratuito de trabalhadores brasileiros, por meio do Programa Emprega Mais da Sepec; e de oferecer atendimento técnico às empresas brasileiras com foco em aumento de produtividade, sob o guarda-chuva dos Programas Emprega Mais e Brasil Mais” ressaltou o Secretário Carlos da Costa.

Segundo Da Costa, o intuito é contribuir para o aumento da produtividade do trabalho, do desenvolvimento profissional e da empregabilidade. “O que precisamos alinhar é a qualificação profissional para atender a demanda do mercado, pois não adianta preparar os jovens para um setor saturado, enquanto outros setores estão com defasagem de profissionais”, disse. Para ele o Brasil está interrompendo a desindustrialização que começou na década de 80 após um ciclo equivocado de juros altos, câmbio excessivamente apreciado e aumento da carga tributária. "Exemplo disso é a indústria que corresponde a 22% do PIB e paga 30% da carga tributária do país", declarou o secretário. Da Costa disse também que o país vive um novo ciclo de reindustrialização motivado pelo equilíbrio do setor público. “Estamos construindo a base para um Brasil mais moderno. Começando pela premissa do que o nosso presidente sempre fala: menos Brasília, mais Brasil”, disse. 

O secretário destacou em sua participação as medidas em fase de implementação pela Sepec/ME para promover o aumento da produtividade. Alguns dos principais objetivos, de acordo com ele, são a redução do "custo Brasil", que passa de R$ 1.5 trilhão, e o aumento de investimento em setores fundamentais como o de infraestrutura. A secretaria também trabalha na atualização e elaboração de normas como o marco legal das startups, além de políticas públicas para indústria 4.0.